sábado, 4 de julho de 2009

Lindos presentes!

A Elaine, grande amiga blogueira, presenteou-me com esses selinhos maravilhosos. Fiquei muito feliz com os presentes recebidos. Não sabe o quanto me fez bem.
Agradeço compartilhando com vocês os selos e o afeto:

O primeiro:



O regulamento é:
-Listar 7 coisas que gosta e depois indicar 7 blogs para levar o selo:
As 7 coisas que eu gosto são:
Estar com minha família;
Dar aula;
Namorar muuuuuuuuuito;
conversar e blogar;
prestar consultoria;
ler e escrever;
Meditar.

O outro selo é:



-Tenho que escrever 5 coisas que são ROXIE:
-Sobre música: Only You - de Ram / Rand

-Sobre televisão e cinema: Os filmes Ritmo Quente e o Som do Coração, os programas Provocações (TVE) e SAi de Baixo - Lembra muito meus pais.
-Sobre países que gostaria de conhecer: França, Espanha e Itália.
-Sobre cores favoritas: azul,verde, amarelo, lilás e vermelho.
-Sobre hobbies: asssistir filme, ouvir música, colecionar figurinhas com minha filha, escrever, meditar.

Eu indico:
Caldeirão de Idéias
Na dança das palavras
Mulher é desdobrável. Eu sou
Blog do Lucas Matheus

Felicidades mil!

sexta-feira, 3 de julho de 2009

25 de julho - Dia Nacional do Escritor





O dia 25 de julho foi escolhido como Dia Nacional do Escritor. A data foi escolhida por decreto governamental em 1960, após o I Festival do Escritor Brasileiro, organizado pela União Brasileira dos Escritores por iniciativa do presidente, João Peregrino Júnior, e do vice-presidente, o escritor Jorge Amado.
O escritor convence, através da verdade que imprime em suas palavras, da paixão e do desejo expressos no ritmo, nas alegorias, nas imagens e nas sensações sugeridas.
A imaginação, a ilusão, a fantasia ou o depoimento, a crítica e o ensinamento ganham vida nos sentidos de quem lê, de quem apropria-se da ideia e eterniza o escritor na sua memória.

Então proponho a vocês!
Aproveitem este mês para fazer referência aos grandes escritores, famosos e anônimos, compartilhado textos, frases, versos ou imagens. É só copiar a imagem e deixar um recadinho para que possamos visitar o seu blog.
Afinal, vocês, caros blogueiros fazem parte desta data.
Sintam-se homenageados!



"Eu continuo firmemente pensando em modificar o mundo e acho que a literatura tem uma grande importância." [ Jorge Amado ]

Amor de índio - um amor divinamente humano

Caros amigos
Esta canção encerra reflexões valiosíssimas a respeito da nossa relação com o corpo, o trabalho, e o outro.
A relação de cuidado com tudo e todos reflete um amor incondicional, aquele cuja aurea se expande e toca a natureza, as pessoas, a vida.
Às vezes, quando estou demaisadamente voltada para o meu umbigo, fico pequenininha, feito concha do mar na imensidão da areia. Então me canso, levanto a cabeça, olho em volta e é tanto amor que não cabe em mim. Ando nas ruas a olhar para as pessoas que transitam - cada uma com seu destino, seus sentimentos, suas dores e alegrias; olho para a natureza e vejo a Divindade nela refletida. É tanta beleza que preenche a alma.
Então,façamos da nossa vida um ato sagrado de amor e sejamos na nossa imperfeição humana, divinos. Sejamos divinamente humanos!
Aproveitem e amem mais e sempre mais.


Agora escutem e cantem!
Beijos

Amor de Índio
Composição: Beto Guedes - Ronaldo Bastos

Tudo o que move é sagrado
E remove as montanhas
Com todo cuidado, meu amor
Enquanto a chama arder
Todo dia te ver passar
Tudo viver a teu lado
Com o arco da promessa
Do azul pintado pra durar

Abelha fazendo mel
Vale o tempo que não voou
A estrela caiu do céu
O pedido que se pensou
O destino que se cumpriu
De sentir seu calor e ser todo
Todo dia é de viver
Para ser o que for e ser tudo

Sim, todo amor é sagrado
E o fruto do trabalho
É mais que sagrado, meu amor
A massa que faz o pão
Vale a luz do seu suor
Lembra que o sono é sagrado
E alimenta de horizontes
O tempo acordado de viver

No inverno te proteger
No verão sair pra pescar
No outono te conhecer
Primavera poder gostar
No estio me derreter
Pra na chuva dançar e andar junto
O destino que se cumpriu
De sentir seu calor e ser tudo

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Engenheiros do Hawai, Lima Barreto e Machado de Assis

Caros amigos

Escutem a música a seguir e reflitam sobre as características da Teoria do Medalhão e de O Homem que Sabia Javanês, atentando para a concepção de vida, de sociedade e de indivíduo.

Aproveite e curta a música. Engenheiros despensa comentários.



Saudações Literárias

Te ofereço paz



Sejamos paz!

quarta-feira, 24 de junho de 2009

A fúria da Beleza - Elisa Lucinda

A fúria da beleza

Estupidamente bela
a beleza dessa “maria-sem-vergonha”
soca meu peito esta manhã!
Estupendamente funda,
a beleza, quando é linda demais,
dá uma imagem feita só de sensações,
de modo que, apesar de não se ter a consciência desse todo, naquele instante não nos falta nada.
É um pá, um tapa, um golpe,
um bote que nos paralisa, organiza,
dispersa, conecta e completa!
Estonteantemente linda
a beleza doeu profundo no peito essa manhã.
Doeu tanto que eu dei de chorar.
Por causa de uma flor comum e misteriosa do caminho.
Uma delicada flor ordinária,
brotada da trivialidade do mato,
nascida do varejo da natureza,
me deu espanto!
Me tirou a roupa, o rumo, o prumo
e me pôs a mesa...
é a porrada da beleza!
Eu dei de chorar de uma alegria funda,
quase tristeza.
Acontece às vezes e não avisa.
A coisa estarrece e abre-se um portal.
É uma dobradura do real, uma dimensão dele, uma mágica à queima-roupa
sem truque nenhum. E é real.
Doeu a flor em mim tanto e com tanta força que eu dei de soluçar!
O esplendor do que vi era pancada, era baque e era bonito demais!
Penso, às vezes, que vivo pra esse momento
indefinível, sagrado, material, cósmico,
quase molecular.
Posto que é mistério,
descrevê-lo exato perambula ermo dentro da palavra impronunciável.
Sei que é desta flechada de luz
que nasce o acontecimento poético.
Poesia é quando a iluminação zureta,
bela e furiosa desse espanto
se transforma em palavra!
A florzinha distraída,
existindo singela na rua paralelepípeda esta manhã,
doeu profundo como se passasse do ponto.
Como aquele ponto do gozo,
como aquele ápice do prazer,
que a gente pensa que vai até morrer!
Como aquele máximo indivisível,
que de tão bom é bom de doer,
aquele momento em que a gente pede pára
querendo e não podendo mais querer,
porque mais do que aquilo
não se agüenta mais...
sabe como é ?
Violenta, às vezes, de tão bela, a beleza é!

Elisa Lucinda

Sobre a poesia - Elisa Lucinda e Rubem Alves

Conceituar poesia, embora complexo, se transformou numa atividade de poetas, pensadores, artistas e filósofos, que ao longo da história foram deixando suas contribuições.
Em todas as conceituações há aspectos comuns: a poesia passa pelos sentidos, requer e é musicalidade, invade o corpo, a alma e transcende o espírito.
Veja esta deliciosa conversa entre Rubem Alves e Elisa Lucinda.



E para você, o que é poesia?
Abraços poéticos