sexta-feira, 26 de outubro de 2012

V Seminário "Consciência que Liberta - Relação Mídia X Racismo " em Salvador


A Escola Adalgisa Souza Pinto, sob a organização da pedagoga Débora Simões, realiza o V Seminário "Consciência que Liberta - Relação Mídia X Racismo " na próxima quinta (08/11) a partir das 8hs ,no Auditório do Centro Comunitário São Francisco de Assis , no Largo da Lapinha . O evento tem como como público alvo educadores, gestores sociais e estudantes.
 
   Programação
 
08h00: Credenciamento 08h30min - Apresentação do filme” A Negação do Brasil”- O Negro nas Telenovelas Brasileiras.
09h00 Palestra "Consciência que Liberta - Relação Mídia X Racismo" com Profª Ana Célia - Universidade do Estado da Bahia (UNEB)
09h30min- Talk-show com os convidados:
 Cristóvão da Silva – Ator de Ó pai Ó,filme e minissérie da Rede Globo.
 Luís Bandeira –Diretor Teatral Rejane Maya - Atriz de” Ó paí Ó” e atualmente na novela Gabriela da Rede Globo.
Staél Kyanda Machado-Atriz da peça Teatral Rebento, poeta e educadora.
 
Inscrições e Informações : Profª Débora Simões (debsimoescosta01@hotmail.com)

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Considerações sobre a leitura



A leitura dos textos disponibilizados por Andrea, pedagoga da rede Emredando Leituras, trouxe diversas reflexões a respeito do nosso papel enquanto responsáveis pela difusão do livro e da leitura. Ao mesmo tempo me encorajou a tomar atitudes que já vinham me inquietando a algum tempo. Mas vamos aos textos. Depois compartilho estas inquietações.

Em “Bibliotecas como fator de desenvolvimento”,  Fontelles chama atenção imediata para o quão é antiga a nossa primeira biblioteca pública. Data do século XIX, caracterizando-se como uma das metas do programa de emancipação do nosso país. Fiquei a refletir como tivemos tanto avanço em relação à estrutura física, arquitetônica e como pouco avançamos em relação à estrutura simbólica, cultural. Isto constata o quanto o conhecimento e o domínio da leitura e escrita são utilizados como instrumentos de poder, segregação e consequente alienação.

Num país onde de quatro pessoas apenas uma ler, se falar de difusão do livro e da leitura é mais que uma meta pedagógica ou política; é uma necessidade de humanizar o ser humano; de garantir a qualidade humana de pensar, fruir e criar em diversa nuances e dimensões. Vivemos ainda numa sociedade meritocrática, onde não ler implica em aceitação, pobreza, subemprego, conformismo e ostracismo. Ler implica em status, desalienação, consciência crítica, reflexão, inclusão, e transformação. Atentemos para a carga semântica de cada uma destas palavras em destaque, para o que elas representam de fato na vida de cada brasileiro. Ainda que o leitor consciente não queira atingir determinado status, tenha preferido viver com simplicidade, por ter outros ideais que se sobreponham aos financeiros, este leitor teve o direito de escolha. Ainda que leitura não signifique a garantia de ascensão financeira, garante o direito de compreensão da realidade, de escolha.

Eis uma palavra que está implícita neste contexto: escolher. O brasileiro e a brasileira estão, estamos acostumados a viver de maneira fatalista, como se a nossa existência fosse consequência inexorável da natureza e da sociedade. Ainda é muito comum ouvir frases, como “Fazer o que? Foi Deus quem quis assim”; “A sociedade não tem mais jeito”; “É culpa destes políticos corruptos”; “Vai ser sempre assim: os fortes sempre vão vencer e os mais fracos vão ser excluídos”; “Eu não aprendi a vida toda, não vou aprender agora”.

Estas frases que estão no domínio do senso comum reproduzem concepções que datam a Idade Média, quando se pensava na fatalidade da vida e nos mistérios da existência. Mas o Renascimento trouxe o Ser Humano, o colocou no centro das atenções e valorizou a sua estética, a sua capacidade de pensar, de criar e consequentemente, a sua vaidade e capacidade de excluir.

Ler sempre foi um privilégio de poucos. Só os aristocratas e sacerdotes, os pensadores e cientistas; depois os pesquisadores e professores poderiam ler. Aos pobres, camponeses, plebeus e plebeias não era dado esse direito. No entanto, com o caminhar dos séculos, descobre-se que a leitura também pode ser uma ferramenta de dominação. Então, ensina-se a ler para que todos possam ter acesso aos livros sagrados, aos manuais e às regras; para que aceitem e aprendam a viver de acordo com as ideias dos grupos dominantes.

Mas o ser humano é este ser único, que transgride e refaz a sociedade. Assim, figuras como Paulo Freire trazem a prática da democratização da leitura, assumindo-a como um ato político que conduz os leitores de mundo à descoberta do direito à escolha; do direito a ter direitos.

Já se passou uma década do novo milênio e as mudanças ainda são tímidas. Continuamos vivendo num país de iletrados. O acesso à educação de qualidade continua sendo um privilégio de poucos. Com a campanha nacional de democratização do livro e da leitura, centenas de escolas públicas e particulares criaram uma biblioteca ou uma sala de leitura. No entanto, a maioria delas permanece a maior parte do tempo fechada, exercendo a função de depósito de livros. 

Poucas escolas, tomando como referência o contexto nacional, evidenciam uma biblioteca que funcione de acordo com a Lei 12244[2]. Que tenha um planejamento pedagógico, uma prática de mediação e uma atuação junto à comunidade do seu entorno. Mas convém ressaltar que estas poucas bibliotecas, com a ajuda principalmente da comunidade e da iniciativa privada, fazem a diferença. São relatos de experiência, registros que se sobressaem, ganhando projeção em meio à sociedade. Haja vista as experiências citadas no texto “Os segredos das melhores bibliotecas”[3]. Dentre elas, podemos citar o Ônibus Bibliioteca, o Jegue-livro, Biblioteca Volante, dentre outros.

Ressalto aqui, as iniciativas da Rede Emredando Leituras, da qual a Biblioteca de Ítalo faz parte. Cada Biblioteca desta rede faz um trabalho primoroso de atendimento à comunidade periférica de Salvador. O cuidado com a prática do livro e da leitura, com cada criança, jovem e adulto que vem à biblioteca fica evidente no desempenho de cada uma das pessoas que compõem esta rede de fios infinitos, parafraseando Heloísa Prieto:

Todo contato humano se dá por meio de uma leitura, em seu sentido mais amplo: lêem-se as histórias que possuem aquela criança, as histórias que ela deseja possuir, as histórias que tocam as da criança e se esse momento for tratado com cuidado e carinho, nascerá toda uma nova família de histórias, uma rede delicada cuja beleza poderá gerar fios que se entrelaçam infinitivamente.

As mediações de leitura realizadas em cada biblioteca despontam de diferentes lugares e pessoas, e se agregam, se entrelaçam a cada encontro da Rede. Assim, o leitor imersivo, aquele que lê e recria a própria leitura, influenciando na escrita do autor, e porque não dizer do mediar, transborda as suas histórias, se espraia nas areias da ficção, e transforma a realidade. O papel da leitura é assim, ainda que se pondere, teorize ou conjecture, imensurável, porque é subjetivo, único e transcende espaço e tempo.

A razão da biblioteca na vida de uma comunidade se confunde assim, com a razão do livro na vida de uma pessoa. E a mediadora, o mediador são como pontes, como meios por onde cada pessoa transita para atingir o seu alimento e saciar a sua fome da palavra. Precisamos de ter mais fome!!!

O ser humano é o único animal que cria. E a linguagem é a força projetiva, o cerne e o veículo dessa criação. É por meio da palavra, seja ela escrita, contada ou cantada, que o pensamento se propaga, se refaz, cria forma, imagem, cor e sentimento. É ouvindo as histórias que a criança e adolescente se conectam com o seu universo de possibilidades, e estreitam laços, sentem-se acolhidos e amados.

Além desta capacidade de recriar-se e recriar o meio, a partir do contato com a leitura, há a fruição. A esse respeito, Delmanto[4] questiona:

Chamamos prazer ao ato de ler sem nenhuma imposição? Prazer é algo que causa dor ou aborrecimento? É sinônimo de preenchimento do tempo livre? É algo desvinculado da necessidade, do esforço? Trabalho e prazer se opõem de maneira excludente?

Estes questionamentos nos conduzem a uma reflexão mais cuidadosa sobre a questão da fruição e sobre a leitura como o trabalho, um labor, um exercício constante. A tendência que temos a dicotomizar tudo que há, nos conduz também a dicotomizar a leitura e suas finalidades. Ler por prazer ou ler para aprender; ler para passar o tempo ou para trabalhar. Desta forma tendemos a simplificar demais as possibilidades de leitura, suas causas e efeitos.

Verificamos que quanto mais mergulhamos neste universo, mais possibilidades tempos de conseguir solucionar questões internas e externas através da leitura. Estas possibilidades conduzem ao estado de fruição,seja qual for a finalidade primeira da leitura, seja qual for o seu objeto.

Dessa forma, a leitura permite dialogar com o autor, com o contexto, consigo mesmo, de maneira que as diversas sensações e sentimentos brotem, à medida que palavras e imagens desfilam na retina ou nos dedos de cada um.

É preciso, portanto, criar condições para que as pessoas leiam, desejem ler e tenham a garantia de que o seu direito á leitura será respeitado; de que cada um não será prejulgado por escolher ler ou não ler, de que cada um em bem maior que um livro e cada livro pode ser bem maior do que muitas imagens.

 

 

 

                                                              



[1][1] Pedagoga, coordenadora pedagógica da Biblioteca de Ítalo. Texto disponibilizado nos blogs:
 
[2] LEI Nº 12.244, DE 24 DE MAIO DE 2010
Dispõe sobre a universalização das bibliotecas nas instituições de ensino do País. Disponível em: http://www.cfb.org.br/UserFiles/File/Legislacao/Lei%2012244.pdf
[3][3] Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/leitura/melhores-bibliotecas-485917.shtml Consulta realizada em 26/04/2011
[4] A mediação da leitura à luz da concepção de aprendizado socialmente elaborado

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Lendo Lolita em Teerã - memórias de uma resistência literária. Autora: Azar Nafisi.

Este livro é um passeio maravilhoso entre a tênue linha que separa ou une a ficção à realidade. Cada página nos envolve com a história de resistência de 7 mulheres impostas a repressões e véus; com seu perfume, suas cores e sonhos; além de trazer uma análise magnífica sobre obras consagradas na literatura mundial.
Vale à pena!


Vejamos algumas palavras:
"A realidade se tornou tão insuportável, ela respondeu, tão árida, que tudo que consigo pintar agora são as cores dos meus sonhos." (p.22)
Sobre Nabokov: "Ele diz de si mesmo que é um escritor que pinta palavras." (p.25)
"Meu paraíso é azul-piscina!" (p.26)
Com estas palavras, convido os caros companheiros de jornada literária a pensar e retratar:
Qual a cor dos seus sonhos?
Qual a cor das suas palavras?
Qual a cor do seu paraíso?
Deixe aqui um recadinho compartilhando as suas cores!!!
Saudações Literárias!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Cartas perto do Coração & I Don't Want To Talk About It - letra e música

Caros, esta música traduz um pouco dos sentimentos demasiados, das pessoas que amam demais e que eternizam o tempo nos segundos, dias e noites.
Uma homenagem a Clarice Lispector e Fernando Sabino, em Cartas Perto do Coração


I Don't Want To Talk About It Rod Stewart


I can tell by your eyes that you've probably been crying forever,and the stars in the sky don't mean nothing to you, they're a mirror.I don't want to talk about it, how you`ve broken my heart.

If I stay here just a little bit longer,

If I stay here, won't you listen to my heart, ohh my heart?


If I stand all alone, will the shadow hide the color of my heart;blue for the tears, black for the night's fears.

The stars in the sky don't mean nothing to you, they're just a mirror.I don't want to talk about it, how you broke my heart.If I stay here just a little bit longer,

if I stay here, won't you listen to my heart, ohh my heart?

my heart, ohh my heart, this old heart.

I don't want to talk about it, how you´ve broken my heartIf I stay here just a little bit longer,

if I stay here, won't you listen to my heart, ohh my heart?

My heart, ohh my heart.

http://www.vagalume.com.br/rod-stewart/i-dont-want-to-talk-about-it-traducao.html#ixzz1rhXGSnDI

SAudações literárias

terça-feira, 10 de abril de 2012

Cartas Perto do Coração - mais que cartas, a alma de Fernando Sabino e Clarice Lispector

Caros amigos e companheiros de jornada




Estava arrumando o acervo quando encontrei entre as prateleiras um livro que há muito desperta uma paixão imensa. Trata-se do maravilhoso Cartas Perto do Coração – uma coletânea de cartas escritas entre Fernando Sabino e Clarice Lispector.

Que Clarice Lispector é paixão antiga, desde a minha dourada adolescência, é sabido por muitos. Mas Fernando, talvez por resistência irracional, talvez por preguiça de leitora assumida, só despertou a minha paixão agora, através destas cartas. Quando vi este livro, foi como se estivesse encontrado Clarice rediviva na minha frente. Instantaneamente uma onda de alegria e contentamento me tomou. Abracei, cheirei e beijei o livro. Encantei-me e imediatamente abri uma carta aleatoriamente.

Estava lá Fernando falando para Clarice, indagando sobre as suas tristezas (as dela), questionando sobre a ausência de sorriso:

“Clarice, antes de tudo, como vai você? Ou antes ainda, como fica você? Porque você por dentro não vai bem não, Clarice Lispector, você por três vezes já se esqueceu de sorrir quando era preciso, e se alguma coisa acontecer bem engraçada, bem engraçadinha, por exemplo a menininha de amarelo sair correndo atrás do passarinho e não pegar, você vendo é capaz de chorar.” ( Old, Greenwich, 03/08/1946)

Imediatamente me encantei com Fernando, com tamanha sensibilidade. Voltei algumas páginas para ver do que se tratava. De qual tristeza Fernando falava? Que tipo de ausência Clarice estava vivendo? E encontrei:

“Tenho lido a Imitação de Cristo, que tem me purificado às vezes. Mas não sei aprender ainda a desistir e tenho mesmo medo de desistir e me entregar porque não sei o que virá daí. Até agora eu mesma me ergui sempre mas é um esforço muito grande e naturalmente estou bem cansada. (Carta de Berna, 27/07/1946)

Mais cartas e mais revelações. Os comentários a respeito de diversas obras das décadas de 40 e 50, contos e escritores, como pode ser visto no trecho a seguir:

"Fernando, estou lendo o livro de Guimarães Rosa, e não posso deixar de escrever a você. Nunca vi coisa assim! É a coisa mais linda dos últimos tempos. Não sei até onde vai o poder inventivo dele, ultrapassa o limite imaginável. Estou até tola. A linguagem dele, tão perfeita também de entonação, é diretamente entendida pela linguagem íntima da gente - e nesse sentido ele mais que inventou, ele descobriu, ou melhor, inventou a verdade." (11/12/1956)

Muito mais que isso, que a Suíça, a cidade de Nova York, Ipanema. São os lugares da alma de Fernando e Clarice. As incertezas, a separação, o nascimento dos filhos, os amores, a solidão, a reforma da casa, a mudança de endereço e de cardápio vão se configurando num encontro entre o ser e o estar. Assim, mais que revelar o estado das coisas e o espírito das pessoas, Cartas Perto do Coração aproxima o leitor de retalhos da vida dos escritores, possibilitando um encontro de si mesmo, a cada carta.

O aprendizado vai além das ações, perpassa as reflexões, que de tão simples são tão grandiosas:

“Viver devagar é que é bom, e entreviver-se, amando, desejando e sofrendo, avançando e recuando, tirando das coisas ao redor uma íntima compensação, recriando em si mesmo a reserva dos outros e vivendo em uníssono. Isso é que é viver, e viver afinal é questão de paciência.” (Carta de Fernando para Clarice, em 06/06/1946)

“E o tempo se conta mesmo em anos. Deus me livre se fosse em dias. É como crescer ou envelhecer que só se vê em anos. Como é que se pode ver a curva tão larga das coisas se se está tão próximo como é próximo o dia? Pois se às vezes a palavra que falta para completar um pensamento pode levar meia vida para aparecer. Com máximas como esta é que Ataulfo de Paiva deve ter entrado na Academia.” (De Clarice para Fernando, em 30/08/1953)

E após estas cartas, então reflito sobre o tempo e a existência, sobre a relação espaço-atitude que tanto inquieta-nos; sobre a velocidade das informações e suas efemeridades. Sobre o eterno que se conta em segundos.

No fim do livro, uma parte não menos importante: Díálogos possíveis com Clarice Lispector. Mais aprendizado e profundidade, mais consciência do ser:
"_ Como é que você resumiria o conteúdo da palavra amor?
_ Amor é dádiva, renúncia de si mesmo na aceitação do outro. Amar o próximo como a si mesmo e a Deus sobre todas as coisas." (página 213)

Caros, leitura feita, leitura recomendada. Vamos nos encantar e nos descobrir na leitura destas cartas que mais de coração, falam de alma, da vida e do viver.

Saudações Literárias!

Meu Epitáfio - Cora Coralina

No dia 10 de abril lembramos a morte da escritora Cora Coralina (Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas) em Goiânia - GO, em 1985


Em meu epitáfio, Cora revela a percepção que tem de si mesma e, nesta viagem- imagens e sentidos, nossa doce Cora se eterniza.

Hoje é dia de Cora!
 
 
Meu epitáfio – Cora coralina


Morta... serei árvore,
serei tronco, serei fronde
e minhas raízes
enlaçadas às pedras de meu berço
são as cordas que brotam de uma lira.

Enfeitei de folhas verdes
a pedra de meu túmulo
num simbolismo
de vida vegetal.

Não morre aquele
que deixou na terra
a melodia de seu cântico
na música de seus versos.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

DATAS LITERÁRIAS E CULTURAIS DE ABRIL


01 de abril - Nascimento do poeta e acadêmico paulista Mário Chamie, em Cajobi, São Paulo, em 1933

01 de abril - Morte do escritor, jornalista, roteirista e publicitário Marcos Rey (Edmundo Nonato), em São Paulo, SP, em 1999

02 de abril - Dia Internacional do Livro Infanto-juvenil

02 de abril - Nascimento do médium e escritor Chico Xavier (Francisco de Paula Cândido Xavier) em Pedro Leopoldo, MG, em 1910

02 de Abril - Nascimento do Poeta, teatrólogo e jornalista Francisco de Paula Gonçalves, em Santos, SP, em 1897

03 de abril - Nascimento da escritora infantil Maria Clara Machado, em Belo Horizonte, MG, em 1921

04 de abril - Dia do Livreiro Católico

04 de abril - Morte do educador Antônio Ferreira de Almeida Júnior, em 1971

04 de abril - Morte do jornalista, advogado, acadêmico e empresário de Assis Chateaubriand (Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo), em São Paulo, SP, em 1968

04 de abril - Morte do professor e sociólogo Octávio Ianni, em São Paulo, SP, em 2004

05 de abril - Nascimento do poeta, jornalista, advogado e contista Vicente de Carvalho (Vicente Augusto de Carvalho), Santos, SP, em 1866

06 de abril - Criação do Memorial do Imigrante, em São Paulo, SP, em 1998

06 de abril - Nascimento do engenheiro, geógrafo, jornalista, poeta Goulart de Andrade (José Maria Goulart de Andrade), em Jaraguá, Maceió, AL, em 1881

06 de abril - Morte do pintor surrealista Ismael Nery, aos 34 anos, no Rio de Janeiro, RJ, em 1934

06 de Abril - Morte da escritora Dora Ferreira da Silva, aos 86 anos, em São Paulo, em 2006

07 de abril - Dia do Jornalismo

07 de abril - Fundação da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) no Rio de Janeiro, por Gustavo Lacerda, com o nome de Associação de Imprensa, em 1908

07 de Abril - Nascimento do advogado e poeta Gregório de Matos e Guerra, em Salvador, BA, em 1623

08 de abril - "O Ateneu", de Raul Pompéia é publicado, em 1888

08 de abril - Fundação da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, pela escritora Hellé Velloso Fernandes, na cidade de Curitiba, Paraná, em 1970

08 de abril - Nascimento do poeta José Basílio da Gama, em São José do Rio das Mortes (hoje Tiradentes), MG, em 1741

08 de abril - Morte do Poeta, teatrólogo e jornalista Francisco de Paula Gonçalves, em 1927

09 de abril - Fundação do Jornal do Brasil, por Rodolfo Epifânio de Souza Dantas e Joaquim Nabuco, em 1891

10 de abril - Morte da escritora Cora Coralina (Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas) em Goiânia - GO, em 1985

10 de abril - Morte do jornalista, escritor, crítico e teatrólogo Viriato Correia (Manuel Viriato Correia Baima do Lago Filho), Rio de Janeiro, RJ, em 1967

11 de abril - Morte do médico, político e líder espírita Adolpho Bezerra de Menezes, em 1900

11 de abril - Morte do poeta, teatrólogo e romancista Joaquim Manuel de Macedo, Rio de Janeiro, RJ, em 1882

12 de abril - Nascimento do escritor romancista, abolicionista republicano, Raul de Ávila Pompéia, em Angra dos Reis, RJ, em 1863

12 de abril - Morte do advogado, professor, político e ensaísta Afonso Pena Júnior (Afonso Augusto Moreira Pena Júnior), no Rio de Janeiro, RJ, em 1968

14 de abril - Nascimento do escritor Aluísio Azevedo (Aluísio Tancredo Belo Gonçalves de Azevedo), São Luís, MA, em 1857

14 de Abril - Morte do Filósofo, Jurista e Imortal Miguel Reale, aos 95 anos, em São Paulo, SP, em 2006

15 de Abril - Nascimento do professor, educador, político, poeta, ensaísta e tradutor, Abgar Renault (Abgar de Castro Araújo Renault), em Barbacena, MG, em 1901

15 de abril - Nascimento do compositor, regente e professor Antônio Francisco Braga, autor da música do Hino a Bandeira Nacional, Rio de Janeiro, RJ, em 1868

15 de abril - Nascimento do poeta Paulo Eiró (Paulo Francisco Emílio de Sales) em Santo Amaro (quando era Município), SP, em 1836

15 de abril - Nascimento do cineasta Fernando Luis Coni Campos, no arraial de São Francisco da Mombaça, município de Conceição do Almeida, BA, em 1933

15 de abril - Morte do poeta Dante Milano, Petrópolis, RJ, em 1991

16 de abril - Nascimento do jornalista, filólogo e romancista Júlio Ribeiro (Júlio César Ribeiro Vaughan), em Sabará, MG, em 1845

17 de abril - Nascimento do político, economista, diplomata e escritor Roberto de Oliveira Campos, Cuiabá, MT, em 1917

18 de abril - Dia Nacional do Livro Infantil

18 de Abril - Lançamento do jornal Folha Espírita, em São Paulo, SP, em 1974

18 de abril - Dia do Livro Espírita

18 de abril - Criação do Instituto Rio Branco, em 1945

18 de Abril - Nascimento do poeta, político e editor Augusto Frederico Schmidt, no Rio de Janeiro, RJ, em 1906

18 de abril - Nascimento ddo escritor e editor Monteiro Lobato (José Bento Monteiro Lobato), em Taubaté, SP, em 1882

18 de Abril - Morte do compositor e música erudita, Padre José Maurício Nunes Garcia, no Rio de Janeiro, RJ, em 1830

19 de abril - Nascimento do poeta Manuel Bandeira (Manuel Carneiro de Souza Bandeira Filho), no Recife, PE, em 1886

19 de abril - Nascimento da escritora, romancista e contista Lygia Fagundes Telles, São Paulo, SP, em 1923

19 de abril - Morte do cartunista Belmonte (Benedito Bastos Barreto), criador do personagem "Juca Pato", em 1947

20 de abril - Nascimento do professor, político, jornalista, diplomata, historiador e biógrafo Barão do Rio Branco (José Maria da Silva Paranhos Júnior), em 1845

20 de abril - Nascimento de Augusto Frederico Schmidt, Rio de Janeiro, RJ, em 1906

20 de abril - Nascimento do professor, poeta e escritor Augusto dos Anjos (Augusto de Carvalho Rodrigues dos Anjos) em Cruz do Espírito Santo, Paraíba, em 1884

21 de abril - Nascimento da escritora Hilda Hilst, Jaú, São Paulo, em 1930

21 de abril - Morte do poeta Joaquim de Sousa Andrade, São Luís, MA, em 1902

22 de abril - Morte do poeta, jornalista, advogado e contista Vicente de Carvalho (Vicente Augusto de Carvalho), Santos, SP, em 1924

23 de abril - Dia Mundial do Livro e do Direito Autoral

23 de abril - Dia do Médico Escritor (Sobrames, 1965)

23 de abril - Nascimento do escritor Jorge de Lima (Jorge Mateus de Lima), em União dos Palmares, AL, em 1893

23 de abril - Nascimento do diplomata e escritor Pontes de Miranda (Francisco Cavalcanti Pontes de Miranda) em Maceió, AL, em 1892

24 de abril - Nascimento do poeta Zeferino Brasil, em Taquari, RS, em 1870

24 de abril - Nascimento do escritor e político José Sarney (José Ribamar Ferreira de Araujo Costa), em Pinheiro, MA, em 1930

24 de Abril - Nascimento do professor, advogado, romancista, contista e poeta Geraldo França de Lima, em Araguari, MG, em 1914

24 de abril - Morte do Jornalista, sociólogo e historiador Sérgio Buarque de Holanda, em São Paulo, SP, em 1982

24 de abril - Morte da educadora, poetisa e pioneira do feminismo brasileiro Nísia Floresta Brasileira Augusta, pseudônimo de Dionísia Gonçalves Pinto, aos 75 anos, em Rouen, na França, em 1885

25 de abril - Nascimento do crítico de arte, político marxista, jornalista e escritor, Mário Pedrosa, em Timbaúba, PE, em 1900

25 de abril - Nascimento da escritora e novelista Janete Clair (Janete Emmer Dias Gomes), Conquista, MG, em 1925

25 de abril - Morte do poeta Álvares de Azevedo (Manuel Antônio Álvares de Azevedo) , no Rio de Janeiro, RJ, em 1852

26 de abril - Lançamento da revista "Manchete", em 1952

27 de abril - Nascimento do historiador, crítico e escritor Nelson Werneck Sodré, Rio de Janeiro, RJ, em 1911

27 de abril - Nascimento do jurista, historiador e acadêmico Raymundo Faoro, em Vacaria, RS, em 1925

28 de abril - Dia da Educação

28 de Abril - Inauguração oficial do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza, CE, em 1999

28 de abril - Fundação da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, em 1891

28 de abril - Nascimento do poeta, farmacêutico e professor Alberto de Oliveira (Antônio Mariano Alberto de Oliveira), Palmital de Saquarema, RJ, em 1857

29 de abril - Dia do Crítico Teatral

29 de Abril - Criação da Associação Brasileira de História Oral (ABHO), em 1994

29 de abril - Nascimento de Joaquim Osório Duque-Estrada, autor do Hino Nacional, em Pati do Alferes, RJ, em 1870

29 de abril - Nascimento do pintor Pedro Américo (Pedro Américo Figueiredo Mello), na cidade de Areia, PB, em 1843

29 de abril - "O Cangaceiro", de Lima Barreto, é eleito melhor filme em Cannes, em 1953

30 de abril - Morte da escritora de teatro infantil Maria Clara Machado, aos 80 anos, no Rio de Janeiro, RJ, em 2001

30 de abril - Fundação da Sociedade Philatélica Paulista, em 1919

30 de Abril - Nascimento do médico, jornalista, diplomata, político, orador e poeta Maciel Monteiro (Antônio Peregrino Maciel Monteiro), em Recife, PE, em 1804

30 de abril - Nascimento de Humberto Mauro (Humberto Duarte Mauro), um dos pioneiros do cinema brasileiro, em Volta Grande, Cataguases, MG, em 1897

30 de abril - Nascimento do jornalista Carlos Lacerda (Carlos Frederico Werneck de Lacerda), Rio de Janeiro, RJ, em 1914

30 de Abril - Nascimento do escritor e acadêmico paulista Israel Dias Novaes, em Avaré, SP, em 1920